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	<title>Arquivo de Venâncio da Costa Lima e Xavier Santana @pt-pt - Blend All About Wine</title>
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		<title>Aposto na Península de Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Barbosa @pt-pt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto <a title="João Barbosa" href="https://blend-allaboutwine.com/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a><br />
A Península de Setúbal é uma região «curiosa». Por um lado, está na Área Metropolitana de Lisboa, mas é também <strong>Alentejo</strong>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://blend-allaboutwine.com/aposto-na-peninsula-de-setubal/">Aposto na Península de Setúbal</a> aparece primeiro em <a href="https://blend-allaboutwine.com">Blend All About Wine</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto <a title="João Barbosa" href="https://blend-allaboutwine.com/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a></p>
<p>A Península de Setúbal é uma região «curiosa». Por um lado, está na Área Metropolitana de Lisboa, mas é também <strong>Alentejo</strong>. É decalcada do mapa dos distritos e se o desenho político já era abstruso, misturando realidades diversas, no vinho a patacoada é maior.</p>
<p>Não percebo que sentido faz uma vinha em Grândola estar no mesmo saco que uma em Palmela. Ah! A costa atlântica… então, por que é que Odemira é Alentejo? Além de que os concelhos alentejanos do distrito de Setúbal não estarem, de facto, numa península.</p>
<p>Burocracias e non-sense à parte, interessa o vinho duma região que considero muito interessante, do ponto de vista enófilo. Aliás, duas regiões que considero muito interessantes do ponto de vista enófilo.</p>
<p>Começo – e irei acabar – com a qualidade do vinho. É difícil encontrar um mau vinho da Península de Setúbal. Nas «duas regiões» há produtores de confiança. No entanto, são poucos os que têm uma dimensão para se mostrarem e com massa crítica. De acordo com informações da Comissão Vitivinícola Regional (CVR), há um «top 9», o que comprova o que quero dizer: o décimo é doutra realidade. São poucas as casas com, pelo menos, dimensão para delas se ouvir falar.</p>
<p><span style="line-height: 1.5;">Por ordem alfabética – para não ferir susceptibilidades – </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.acpalmela.pt/" target="_blank">Adega de Palmela</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.cooppegoes.pt/PT/home.html" target="_blank">Adega de Pegões</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.bacalhoa.pt/" target="_blank">Bacalhôa</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.ermelindafreitas.pt/" target="_blank">Ermelinda Freitas</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.horaciosimoes.com/" target="_blank">Horácio Simões</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.horaciosimoes.com/" target="_blank">José Maria da Fonseca</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.horaciosimoes.com/" target="_blank">SIVIPA</a><span style="line-height: 1.5;">, </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.venanciodacostalima.pt/en/" target="_blank">Venâncio da Costa Lima</a><span style="line-height: 1.5;"> e </span><a style="line-height: 1.5;" href="http://www.xaviersantana.lda.pt/php/domain-xaviersantana-lda.pt" target="_blank">Xavier Santana</a><span style="line-height: 1.5;">. Juntos fazem 98% do vinho. Entretanto, há um que ressurge </span><a style="line-height: 1.5;" title="Herdade de Rio Frio White 2013 and Herdade de Rio Frio Red 2013" href="https://blend-allaboutwine.com/herdade-de-rio-frio-white-2013-and-herdade-de-rio-frio-red-2013/" target="_blank">Herdade de Rio Frio</a><span style="line-height: 1.5;">.</span></p>
<p>O sucesso dos vinhos pode avaliar-se pela dimensão da área agricultada, embora diminuindo: 9.450 hectares (2000) para 9.400 (2013). É a 6ª em produção, a 4ª na exportação e, garante a <a href="http://www.vinhosdapeninsuladesetubal.pt/CVRPS_EN/PortalRender.aspx?PageID={ce9d9716-9199-4ac9-bd8c-a07f8342dc43}" target="_blank">CVR</a>, a evolução das vendas tem sido «excelente».</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7741" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/04/Blend-All-About-Wine-Aposto-na-Peninsula-de-Setubal-1.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Aposto-na-Peninsula-de-Setubal-1" width="526" height="350" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/04/Blend-All-About-Wine-Aposto-na-Peninsula-de-Setubal-1.jpg 526w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/04/Blend-All-About-Wine-Aposto-na-Peninsula-de-Setubal-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<p style="text-align: center;">Península de Setúbal in www.vinhosdapeninsuladesetubal.pt</p>
<p>Em 2000 fizeram-se 12.622 hectolitros de <strong>Moscatel de Setúbal</strong>, enquanto em 2013 chegou a 14.298. Os néctares com certificação Palmela passaram de 19.286 (2000), para 24.622 (2013). Os Regionais Península de Setúbal pularam de 110.818 (2000), para 245.558 (2013).</p>
<p>Em relação ao número de produtores, de 2000 para 2013: de 92 passaram a para 128. De Moscatel de Setúbal eram nove e hoje são 12. De Moscatel Roxo havia quatro e agora há seis.</p>
<p>Quanto a sucesso, penso que estamos conversados. Sendo as «9» responsáveis por 98%, isto quer dizer que servem de locomotiva para as pequenas firmas que exploram nichos. De todas elas, tenho uma especial afeição pela <strong>Herdade do Portocarro</strong> – com os fantásticos vinhos <strong>Cavalo Maluco</strong> e <strong>Anima</strong> – situada no Alentejo litoral.</p>
<p>Há uns anos, visitei, no âmbito dum programa para a RTP, um produtor da região e, apontando para uma vide de uvas tintas, perguntei ao repórter de imagem:</p>
<ul>
<li>Sabes que casta é esta?</li>
</ul>
<p>Respondeu-me que não.</p>
<ul>
<li>É castelão.</li>
</ul>
<p>Tinha, talvez, 95% de acertar… interveio o lavrador:</p>
<ul>
<li>Por acaso, é syrah.</li>
</ul>
<p>Durante mais de um século, os vinhos da região «significavam» castelão. Surgiram outras, mas esta variedade encontrou um patamar de estabilidade: 70% das tintas.</p>
<p>O que tem, então, esta região «2 em 1» de especial? Um misto de frescura e de calor, das areias e do bafo inerente ao Alentejo. Frescura advém-lhes, na Península de Setúbal, das localizações que podem estar mais altas e argilosas (Serra da Arrábida) e dos ventos que chegam dos estuários do Tejo e do Sado. No Alentejo Litoral, o Sado está mais próximo, os charcos dos arrozais convivem, o mar está perto e os pinhais dão-lhe subtilezas.</p>
<p>Quanto a mim – aqui junto o factor subjectivo do gosto – estas são duas regiões que valem bem a pena conhecer. E têm uma outra vantagem… os preços são habitualmente amigos da algibeira. Além de que há GRANDES vinhos, na península setubalense e no litoral alentejano.</p>
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