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	<title>Arquivo de taberna da rua das flores - Blend All About Wine</title>
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		<title>Meruge, o charme da Lavradores de Feitoria.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2016 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Carvalho @pt-pt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/joao-pedro-de-carvalho/" target="_blank">João Pedro de Carvalho</a><br />
As mais recentes colheitas do vinho Meruge, branco e tinto, foram recentemente apresentadas na Taberna da Rua das Flores. Esta marca criado pela Lavradores de Feitoria (Douro), teve direito a uma vertical de cinco tintos e cinco brancos, com a respectiva palestra dada pelo enólogo responsável, Paulo Ruão. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As mais recentes colheitas do vinho <em><strong>Meruge</strong></em>, branco e tinto, foram recentemente apresentadas na <a href="https://www.zomato.com/pt/grande-lisboa/taberna-da-rua-das-flores-chiado-lisboa">Taberna da Rua das Flores</a>. Esta marca criado pela <a href="http://lavradoresdefeitoria.pt/">Lavradores de Feitoria</a> (Douro), teve direito a uma vertical de cinco tintos e cinco brancos, com a respectiva palestra dada pelo enólogo responsável, Paulo Ruão. ‘Meruge’ é um peculiar e “sonante” nome na história da Lavradores de Feitoria, começou por ser o nome de uma das 19 quintas que compõem o portefólio da empresa – Quinta da Meruge, situada no concelho de São João da Pesqueira e que assim se chama porque ali habitam, entre vinhas, muitas ervas silvestres com esta designação (aka morugem) –, mas rapidamente passou da vinha ao vinho! Em 2001 a Lavradores de Feitoria lançava os seus primeiros “vinhos de quinta” e, um deles, era precisamente o ‘Quinta da Meruge’, um tinto de 1999, que se repetiu nas colheitas de 2000 e 2001. Estávamos em 2005 quando a Lavradores de Feitoria lançou o seu primeiro “vinho de terroir”, um tinto da colheita 2003 a envergar precisamente o nome ‘Meruge’. Mais tarde, na vindima de 2009 nascia o ‘Meruge branco’.</p>
<div id="attachment_20504" style="width: 2056px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-20504" class="wp-image-20504 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3842.jpg" alt="meruge lavradores de feitoria" width="2046" height="912" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3842.jpg 2046w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3842-1170x522.jpg 1170w" sizes="(max-width: 2046px) 100vw, 2046px" /><p id="caption-attachment-20504" class="wp-caption-text">Vinhos Brancos – Foto de Ricardo Bernardo| Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>Sendo o ‘Meruge branco’ um Douro feito com Viosinho em estreme pode, a certo ponto, assumir-se que a sua história – ou gestação – remonta à vindima de 2007. Neste ano, a equipa técnica da Lavradores de Feitoria identificava um Viosinho de excelência, nascido de vinhedo com mais de 45 anos e que permitia a sua vinificação a solo. Considerada uma das melhores castas autóctones do Douro e Trás-os-Montes deu origem ao ‘Três Bagos Viosinho’, nas colheitas de 2007 e 2008. Um néctar que em 2009 evoluiu – e assim se manteve – para um caminho diferente: ao estagiar em madeira “deu salto” para a gama ‘Meruge’. Um chamado “branco de Inverno” que tem a particularidade de fermentar e estagiar seis meses em barricas de carvalho português, de Palaçoulo, novas e em cru – sem “queima/tosta” –, o que lhe imprime um carácter muito próprio. O desfile começou nos brancos e com cinco referências, desde 2010 ao novíssimo 2015 que será colocado no mercado no início do ano que se aproxima. Notável a frescura e limpeza de aromas que todos mostraram, num fio condutor comum a todos eles, permitindo entender como aromas e sabores iam evoluindo na passada do tempo.</p>
<p><strong>Meruge branco 2015</strong>: Desde o mais novo ao mais velho, a barrica onde estagiaram nunca lhes chega a marcar a alma e o corpo, nota-se ligeiramente mas sem os tradicionais fumados, mesmo no exemplar mais recente. É comum a todos eles uma bonita e perfumada complexidade, enorme elegância com muitos aromas de cariz citrino, floral acompanhado de folha verde, ligeiro toque de madeira quase que acetinado no fundo. Na boca faz-se notar uma muito boa frescura que sempre presente, alarga para sabores de fruta bem fresca e ácida, boa estrutura com suporte na acidez e num fundo de sensação mineral. A guardar algumas se entretanto conseguir resistir aos seus encantos.</p>
<div id="attachment_20503" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-20503" class="wp-image-20503 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3771.jpg" alt="meruge-lavradoresdefeitoria-22112016-3771" width="2048" height="911" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3771.jpg 2048w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/12/Meruge-LavradoresdeFeitoria-22112016-3771-1170x520.jpg 1170w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-20503" class="wp-caption-text">Vinhos Tintos – Foto de Ricardo Bernardo| Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>No que aos tintos diz respeito, a Quinta da Meruge apresenta características muito especiais, principalmente na casta Tinta Roriz, plantada uma vinha de encosta virada a Norte. Um desafio para a equipa de enologia da Lavradores de Feitoria, que na vindima de 2003 encetou uma forma de vinificar distinta, a fim de dar origem a um tinto – de seu nome ‘Meruge’ – com características do Douro, embora mais suave e elegante. O lote – de Tinta Roriz (80%) e Vinhas Velhas (20%), com predominância de Touriga Franca e Touriga Nacional – estagia em barricas novas de carvalho francês.</p>
<p><strong>Meruge tinto 2014</strong> é aquilo a que se pode chamar, vinho de charme, com a Tinta Roriz a brilhar bem alto dando origem neste caso a um vinho de perfil mais Borgonhês. Um belíssimo vinho que como ficou provado, desenvolve uma fina complexidade na passada larga do tempo, não seja de estranhar a maneira como se mostra na fase mais jovem com ligeiro aroma terroso, mato rasteiro, cogumelos e especiaria, dando lugar a uma fruta bem ácida e marcante com chocolate e especiaria. Com muito boa presença na boca deixado pela fruta (cereja ácida) suportada por uma estrutura firme, com frescura, passagem saborosa e marcante. Uma belíssima aposta que irá ganhar com alguns anos de cave.</p>
<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/joao-pedro-de-carvalho/" target="_blank" rel="noopener">João Pedro de Carvalho</a></p>
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