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	<title>Arquivo de José Barbosa @pt-pt - Blend All About Wine</title>
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	<description>Wine Magazine</description>
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		<title>Vinhos Foz Torto – tortos como os rios e as vides</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 13:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Barbosa @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[News @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Tranquilo (Vinhos de Mesa)]]></category>
		<category><![CDATA[Foz Torto @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[José Barbosa @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/pt-pt/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a><br />
Linhas direitas ou linhas tortas? Arquitectura modernista ou barroca? No que respeita a vinho, gosto deles tortos, porque complexos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://blend-allaboutwine.com/vinhos-foz-torto-tortos-como-rios-vides/">Vinhos Foz Torto – tortos como os rios e as vides</a> aparece primeiro em <a href="https://blend-allaboutwine.com">Blend All About Wine</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/pt-pt/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a></p>
<p>Linhas direitas ou linhas tortas? Arquitectura modernista ou barroca? No que respeita a vinho, gosto deles tortos, porque complexos. Acontece nos vinhos Foz Torto, de Abílio Tavares da Silva, cuja enologia é de Sandra Tavares da Silva (não são familiares).</p>
<div id="attachment_19238" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19238" class="wp-image-19238 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Abílio-Tavares-da-Silva-and-Sandra-Tavares-da-Silva.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Abílio Tavares da Silva and Sandra Tavares da Silva" width="900" height="450" /><p id="caption-attachment-19238" class="wp-caption-text">Abílio Tavares da Silva e Sandra Tavares da Silva &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>Abílio Tavares da Silva, em 2004, deixou as suas empresas de informática, sediadas em Lisboa, e instalou-se no Douro. No ano seguinte comprou a Quinta de Foz Torto, junto à aldeia de Pinhão (sub-região de Cima Corgo), com 14 hectares. O Rio Torto é um pequeno curso fluvial, que nasce em Trancoso e desagua a pouco mais de 47,5 quilómetros, na margem esquerda do Douro.</p>
<div id="attachment_19244" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19244" class="wp-image-19244 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Quinta-2.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Quinta-2" width="900" height="400" /><p id="caption-attachment-19244" class="wp-caption-text">Quinta de Foz Torto &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>É na foz dessa serpente de água onde está a quinta, que desde 2012 se mostra aos enófilos. Naturalmente, o ponto-de-fuga da perspectiva está próximo, mas os sinais são positivos: a vontade de Abílio Tavares da Silva revela o objectivo de alcançar um patamar de grande qualidade, a boa localização da propriedade e a competência de Sandra Tavares da Silva.</p>
<p>Bem, nasceram direitos, os <em><strong>Foz Torto</strong></em>. As mais recentes novidades reveladas são <strong>Foz Torto Tinto 2013</strong>, <strong>Foz Torto Vinhas Velhas Tinto 2013</strong> e <strong>Foz Torto Vinhas Velhas Branco 2014</strong>. Há um traço identitário e as obrigatórias diferenças, reflexos da vontade e da natureza.</p>
<p>As uvas para o vinho branco vêm doutra propriedade, a montante no Douro, situada em Porrais (Murça), nos limites da delimitação da região. São provenientes de vinhas, com castas misturadas, onde se destacam a códega de larinho e a rabigato.</p>
<p>As uvas brancas foram esmagadas em prensa pneumática. A fermentação realizou-se, durante quatro semanas, em barricas de carvalho francês, onde estagiou por seis meses. É fino, elegante, sedutor, com falsa doçura. Tem força, mas não brutalidade.</p>
<section  class="grve-section" >  <div class="grve-row">
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<div id="attachment_19242" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19242" class="wp-image-19242 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Foz-Torto-Vinhas-Velhas-white-2014.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Foz Torto Vinhas Velhas white 2014" width="300" height="400" /><p id="caption-attachment-19242" class="wp-caption-text">Foz Torto Vinhas Velhas branco 2014 &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
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<div id="attachment_19239" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19239" class="wp-image-19239 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Foz-Torto-Tinto-2013.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Foz Torto Tinto 2013" width="300" height="400" /><p id="caption-attachment-19239" class="wp-caption-text">Foz Torto tinto 2013 &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
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<div id="attachment_19241" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19241" class="wp-image-19241 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Foz-Torto-Vinhas-Velhas-Tinto-2013.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Foz Torto Vinhas Velhas Tinto 2013" width="300" height="400" /><p id="caption-attachment-19241" class="wp-caption-text">Foz Torto Vinhas Velhas tinto 2013 &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
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<p>O <strong>Foz Torto Tinto 2013</strong> resulta dum lote de touriga nacional (40%), touriga franca (30%), tinta francisca (10%), tinta roriz (5%), alicante bouschet (5%), sousão (5%) e tinta barroca (5%). A fermentação fez-se em cuba durante oito dias. Depois, o vinho esteve 16 meses em barricas de carvalho, de segundo e terceiros anos, onde fez a fermentação maloláctica e o estágio. É um vinho que enche a boca, com gulodice que não sacia nem enjoa, onde sobressaem aromas e sabores frutados temperados pela madeira.</p>
<p>O <strong>Foz Torto Tinto Vinhas Velhas Tinto 2013</strong> está no grupo dos melhores do Douro, onde o termo «vinhas velhas» significa umas boas décadas e o número de castas é de difícil contagem. Aqui, estão mais de 30 variedades. A fermentação demorou oito dias em cuba. O vinho fez a fermentação malolactica e estagiou em barricas de carvalho novo (30%) e antigo (70%).</p>
<div id="attachment_19243" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19243" class="wp-image-19243 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Foz-Torto-Quinta.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Foz Torto-Quinta" width="900" height="400" /><p id="caption-attachment-19243" class="wp-caption-text">Quinta de Foz Torto &#8211; Foto Cedida por Foz Torto | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>A ficha técnica não diz, mas afirmo-o… reina a touriga franca e não a nacional. É a grande casta tinta do Douro, quiçá portuguesa, que só (ou quase) está bem quando acompanhada por outras. Este tinto tem a terra de xisto e o xisto, a secura da esteva e o perfume da cinza de madeira de azinheira. É volumoso na boca, longo e fundo, persistente. Para agora e para depois de amanhã. É o Douro dentro dum frasco.</p>
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		<title>Vinho novo ou vinho velho? Venha Deus ou o Diabo e escolham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2016 11:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Barbosa @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[News @pt-pt]]></category>
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		<category><![CDATA[José Barbosa @pt-pt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a><br />
Oiço com grande regularidade o elogio ao vinho com idade. Laudes que compreendo, pois sou dos que o apreciam com anos de vida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto <a href="https://blend-allaboutwine.com/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a></p>
<p>Oiço com grande regularidade o elogio ao vinho com idade. Laudes que compreendo, pois sou dos que o apreciam com anos de vida. No entanto, o que me faz escrever é o ar pedante com que muitos enófilos assumem, dividindo o mundo em duas castas. Reconheço que muitos apreciadores têm agrado com néctares novos e antigos.</p>
<p>A verdade é que os vinhos antigos têm para mostrar o que os novos não conseguem… até porque os outros são bebidos <em>novos</em>. Não é uma injustiça, é a vida. Um dia disseram-me: «os vinhos são como as pessoas, uns evoluem e outros continuam estúpidos».</p>
<p>Um aforismo anedótico que tem o seu «quê» de acertado. Olhando para gente das artes cénicas – porque é mais fácil citar – podemos reparar como Lauren Bacall ou Sean Connery «melhoraram» com a idade.</p>
<p>A beleza arrebatadora desta actriz evoluiu para um charme e uma aura de Rainha. O caso de Sean Connery é mais óbvio. Achava-o um bocado canastrão, sem ser nem bonito nem feio, e hoje é um lorde.</p>
<p>Que podemos dizer de James Dean ou de Mia Zapata? Nunca saberemos, embora existam programas de computador que fazem antevisões. Não quero estar só a elogiar a idade mais avançada, apenas a enumerar situações.</p>
<div id="attachment_19176" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19176" class="wp-image-19176 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Young-or-old-wine-Wine.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Young or old wine-Wine" width="900" height="400" /><p id="caption-attachment-19176" class="wp-caption-text">Vinho in wall.alphacoders.com</p></div>
<p>Há uma outra situação que é a do homicídio vínico. Abrem-se garrafas de vinho que poderia ganhar com os anos. Se o enófilo conseguir guardar algumas, não existe problema. Mas… mas, e se amanhã não estiver vivo? Ou o síndrome da criança no Natal. Ou a velocidade dos dias e a espécie de ejaculação precoce.</p>
<p>Falando com apreciadores não militantes, reparo que a maioria, a enorme maioria, afirma que gosta de beber o vinho enquanto é novo. Porquê? A maior facilidade é, provavelmente, a principal razão.</p>
<p>Outro motivo será o do gosto por educar. Mas quem me dá o direito de afirmar que alguém não tem o gosto educado? Gostos são gostos, discutem-se, mas têm de se respeitar. Conheço gente, com anos de prazer enófilo, que prefere incondicionalmente o vinho jovem.</p>
<p>George Bernard Shaw sentenciou: «A juventude é uma coisa maravilhosa, que pena ser desperdiçada pelos jovens».</p>
<p>Pelo que escrevi, nota-se que não irei até onde chega a deliciosa arrogância deste grande escritor. Gosto de vinho com idade e com juventude… mas…</p>
<p>Há sempre um mas! O vinho que não é jovem, mas criança –  aproveitando o chamado Verão de São Martinho, em Novembro. Há muitos adágios populares que elogiam os vinhos na infância:</p>
<p>– No São Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho.</p>
<p>– Pão com olhos, queijo sem olhos e vinho que salte aos olhos.</p>
<p>– No dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.</p>
<div id="attachment_19185" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19185" class="wp-image-19185 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2016/01/Blend-All-About-Wine-Young-or-old-wine-Stored-wine.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Young or old wine-Stored wine" width="900" height="400" /><p id="caption-attachment-19185" class="wp-caption-text">Vinho guardado in standardmarket.com</p></div>
<p>Estas certezas podem explicar-se pela antiga dificuldade, de antigamente, em guardar o vinho por muitos meses. Em novo estava «óptimo» e em Março ou em Abril, sabe-se lá. Essa realidade pode ter sido transmitida pelo ADN dos portugueses… sei lá!</p>
<p>Além de apreciar a juventude e a antiguidade, mais do que uma garantia acerca do que é correcto ou está errado, prefiro outro aforismo popular:</p>
<p>– Não se vai de smoking para a praia.</p>
<p>Ninguém me tira o «Anjo Azul», dirigido por Josef von Sternberg em 1930, com Marlene Dietrich. Nem as gargalhadas que dei com as «Manobras na Casa Branca», de 1997 e hoje é comédia, de Barry Levinson, com Robert De Niro e Dustin Hoffman.</p>
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