<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Herdade do Portocarro @pt-pt - Blend All About Wine</title>
	<atom:link href="https://blend-allaboutwine.com/tag/herdade-do-portocarro-pt-pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blend-allaboutwine.com/tag/herdade-do-portocarro-pt-pt/</link>
	<description>Wine Magazine</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Sep 2015 20:50:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.1</generator>
	<item>
		<title>O Cavalo Maluco e os outros «índios» da Herdade do Portocarro</title>
		<link>https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro/</link>
					<comments>https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 07:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[João Barbosa @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[News @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Tranquilo (Vinhos de Mesa)]]></category>
		<category><![CDATA[Herdade do Portocarro @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Península de Setúbal @pt-pt]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro-2/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto <a title="João Barbosa" href="https://blend-allaboutwine.com/pt-pt/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a><br />
Começo este texto exactamente como terminei o anterior. Escrever acerca dum dos meus três vinhos portugueses favoritos é difícil...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro/">O Cavalo Maluco e os outros «índios» da Herdade do Portocarro</a> aparece primeiro em <a href="https://blend-allaboutwine.com">Blend All About Wine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto <a title="João Barbosa" href="https://blend-allaboutwine.com/pt-pt/joao-barbosa/" target="_blank">João Barbosa</a></p>
<p>Começo este texto exactamente como comecei o anterior. Escrever acerca dum dos meus três vinhos portugueses favoritos é difícil pela preocupação do bom senso, prazer, memórias e qualidade intrínseca.</p>
<p>Gosto de certezas, incluindo a certeza da incerteza. Gosto que uma Coca-Cola seja uma Coca-Cola, sempre igual. Gosto da certeza da incerteza dos grandes vinhos: todas as colheitas são diferentes, porque não há anos de climatologia gémea. Mas que tenham um perfil comum e a qualidade que os torna príncipes. Os anos são o corpo e o perfil é o apelido.</p>
<p>A <em><strong>Herdade do Portocarro</strong></em> situa-se no litoral alentejano – território que está num sítio que burocracia muda de lugar. Bizarria não chamar alentejanos aos vinhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines. Esta propriedade fica no Concelho Alcácer, zona mais conhecida pelos arrozais e pelos pinhais.</p>
<p>Se todos os vinhos da Herdade de Portocarro são merecedores de comentário elogioso, dois destacam-se: o Anima e o Cavalo Maluco. O primeiro por ser uma «desarrumação» que José Mota Capitão, o produtor, causou. O segundo porque… é o tal, um dos meus três tintos portugueses favoritos.</p>
<p>Nesta propriedade da Península de Setúbal, embora lá não esteja, fazem-se cinco tintos, um branco e um rosé. Não comento, por não ter provado os <strong>Alfaiate Branco 2013</strong> (esgana-cão, galego-dourado, arinto e antão vaz) e o <strong>Autocarro Nº 27 2013</strong> (aragonês, touriga nacional e cabernet sauvignon).</p>
<p>Os vinhos com a marca Herdade do Portocarro são inesperados. Não sei se os entendo. Nunca foram o que esperava. Não lhe vejo parecenças com outros da zona. Será o famoso terroir, personagem fugidia que surge do nada e desaparece e que tanta gente diz ter convívio?</p>
<p>O <strong>Herdade de Portocarro 2011</strong> tem mineralidade e frescura de boca. Fez-se com as castas aragonês, touriga nacional e cabernet sauvignon. Encorpado, mas não bruto. É um lavrador na cidade.</p>
<p>Partilho com José Mota Capitão a admiração pela casta touriga franca. Torço o nariz a um possível passeio, em larga escala, da rainha das castas do Douro pelo país. Dos vinhos não durienses, só o <strong>Herdade de Portocarro Partage Touriga Franca 2008</strong> me dá um prazer ao nível (dos do) da sua região berço. Confirmo que esta variedade precisa de amigos; a solo não me faz palpitar o coração. Vale, pelo menos, a experiência.</p>
<section  class="grve-section" >  <div class="grve-row">
		<div class="wpb_column grve-column-1-2">
			</p>
<div id="attachment_16821" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16821" class="wp-image-16821 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-2011.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Herdade do Portocarro-2011" width="450" height="400" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-2011.jpg 450w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-2011-300x267.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-16821" class="wp-caption-text">Herdade de Portocarro &#8211; Foto Cedida por Herdade do Portocarro | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>
		</div>
	
		<div class="wpb_column grve-column-1-2">
			</p>
<div id="attachment_16822" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16822" class="wp-image-16822 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Partage-Touriga-Franca.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Herdade do Portocarro-Partage-Touriga-Franca" width="450" height="400" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Partage-Touriga-Franca.jpg 450w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Partage-Touriga-Franca-300x267.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-16822" class="wp-caption-text">Herdade de Portocarro Partage Touriga Franca &#8211; Foto Cedida por Herdade do Portocarro | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>
		</div>
	  </div></section>
<p>José Mota Capitão veio para a ribalta com o primeiro vinho em Portugal feito exclusivamente com a casta sangiovese – julgo que não minto, até talvez tenha sido pioneiro no seu plantio. Ano após anos, a italiana mostra-se sensual, mas não frágil. Sotaque italiano, mas não cidadania. É dali, de São Romão do Sado, Freguesia do Torrão, Concelho de Alcácer do Sal, (Distrito de Setúbal), («Península de Setúbal»), Alentejo Litoral. Aposto – mas não sei a resposta, porque não perguntei – que é a casta que partilha o maior afecto deste vitivinicultor.</p>
<p>Os Anima comprovam o princípio da incerteza. Saem sempre muito bem, têm os traços dos irmãos e o apelido. Não são clones nem gémeos. Comentar um determinado ano só faz tanto se comentar todos os outros. Conselho a quem puder… compre, saboreie e conclua.</p>
<p>O <strong>Tears of Anima 2014</strong> é um rosé de sangiovese. Tem a vantagem da casta que outros não ousam, resultando em aromas mais próximos dos vinhos brancos – e dos frescos: citrinos, líchias e ameixas colhidas em momento adiantado. Tem o carácter que deviam ter «todos» os rosados: baixo teor alcoólico. Em Portugal valoriza-se muito a capacidade dos vinhos portugueses serem gastronómicos… é uma vantagem? Bebam este pelo prazer de conversar e descontrair da praia que nos tornou encarnados, pelo esquecimento de nos barrarmos com protector solar factor 20.000!</p>
<section  class="grve-section" >  <div class="grve-row">
		<div class="wpb_column grve-column-1-2">
			</p>
<div id="attachment_16824" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16824" class="wp-image-16824 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Tears-of-Anima.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Herdade do Portocarro-Tears-of-Anima" width="450" height="400" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Tears-of-Anima.jpg 450w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Tears-of-Anima-300x267.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-16824" class="wp-caption-text">Herdade do Portocarro Tears of Anima &#8211; Foto Cedida por Herdade do Portocarro | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>
		</div>
	
		<div class="wpb_column grve-column-1-2">
			</p>
<div id="attachment_16823" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16823" class="wp-image-16823 size-full" src="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Cavalo-Maluco.jpg" alt="Blend-All-About-Wine-Herdade do Portocarro-Cavalo-Maluco" width="450" height="400" srcset="https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Cavalo-Maluco.jpg 450w, https://blend-allaboutwine.com/wp-content/uploads/2015/09/Blend-All-About-Wine-Herdade-do-Portocarro-Cavalo-Maluco-300x267.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-16823" class="wp-caption-text">Herdade do Portocarro Cavalo Maluco &#8211; Foto Cedida por Herdade do Portocarro | Todos os Direitos Reservados</p></div>
<p>
		</div>
	  </div></section>
<p>É momento do meu amor: Cavalo Maluco. Nome estranho! Tudo tem uma razão. Em menino, José Mota Capitão brincou – como em várias gerações – aos índios e cowboys. As crianças tendem a gostar dos vencedores … o miúdo que hoje faz vinho queria ser índio… talvez um dia venha o Touro Sentado!</p>
<p>O <strong>Cavalo Maluco 2011</strong> é, possivelmente, o mais «doido» de todos. O ano foi grandioso e o chefe Lakota galopou. É filho de uvas de touriga franca, touriga nacional e petit verdot.</p>
<p>É melhor do que o anterior?! E do que o outro antes?! Sei lá, verdadeiramente. Acho que sim. O mesmo conselho a quem puder: compre, saboreie e conclua.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro/">O Cavalo Maluco e os outros «índios» da Herdade do Portocarro</a> aparece primeiro em <a href="https://blend-allaboutwine.com">Blend All About Wine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://blend-allaboutwine.com/cavalo-maluco-outros-indios-herdade-do-portocarro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
