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	Comentários em: Natureza-morta ou Ainda-vivo	</title>
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	<description>Wine Magazine</description>
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		Por: José Gabriel Rego		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Gabriel Rego]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2016 16:26:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incrível João. Já faz 1 ano... E no entanto parece que foi ontem. Acho que a natureza da memória se fundamenta em muitas origens, das quais o palato é uma das mais fundamentais. O teu texto desmonta de forma brilhante a aparente contradição entre o vivo e o morto mas a mim só me fez pensar que enquanto formos vivos e expressarmos os nossos sentimentos e as nossas memórias desta maneira nunca deixamos que morra aquilo que está vivo em nós. Congratz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível João. Já faz 1 ano&#8230; E no entanto parece que foi ontem. Acho que a natureza da memória se fundamenta em muitas origens, das quais o palato é uma das mais fundamentais. O teu texto desmonta de forma brilhante a aparente contradição entre o vivo e o morto mas a mim só me fez pensar que enquanto formos vivos e expressarmos os nossos sentimentos e as nossas memórias desta maneira nunca deixamos que morra aquilo que está vivo em nós. Congratz</p>
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		Por: Manuel Giraldes		</title>
		<link>https://blend-allaboutwine.com/natureza-morta-ainda-vivo/#comment-37109</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Giraldes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 19:01:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais uma bela crónica. Tal como seu pai, aprecio particularmente Cézanne. Já a lusa Josefa de Óbidos me parece um nadinha enjoativa. Talvez por ter enjoado os doces, de que os freiráticos são uma bombástica amostra. Cada vez gosto mais de pão/queijo, queijo/pão. Talvez por ser muito pão pão, queijo queijo. Sei que liga bem com vinho tinto, mas tenho uma estranha alergia ao dito, que até hoje ainda não compreendi. Causa-me mal estar, sonolência, dor de cabeça, especialmente os mais velhos. Estranho. Por isso lá me vou contentando com o branco. Porém o que mais me importa na gastronomia são os amigos à volta da mesa. Talvez fosse a opinião de uma senhora amiga de minha avó, que costumava convidar as pessoas para refeições onde se servia nada, na melhor baixela e com os melhores cristais e talheres de prata a condizer. Os cerimoniosos convivas, quando a empregada lhes enchia o prato de não-soupa, de não-peixe, de não-carne, de não-doce emitiam prazerosos murmúrios. Outro mistério, desta vez não do corpo mas da mente. Talvez fosse uma natureza morta. Quem sabe?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma bela crónica. Tal como seu pai, aprecio particularmente Cézanne. Já a lusa Josefa de Óbidos me parece um nadinha enjoativa. Talvez por ter enjoado os doces, de que os freiráticos são uma bombástica amostra. Cada vez gosto mais de pão/queijo, queijo/pão. Talvez por ser muito pão pão, queijo queijo. Sei que liga bem com vinho tinto, mas tenho uma estranha alergia ao dito, que até hoje ainda não compreendi. Causa-me mal estar, sonolência, dor de cabeça, especialmente os mais velhos. Estranho. Por isso lá me vou contentando com o branco. Porém o que mais me importa na gastronomia são os amigos à volta da mesa. Talvez fosse a opinião de uma senhora amiga de minha avó, que costumava convidar as pessoas para refeições onde se servia nada, na melhor baixela e com os melhores cristais e talheres de prata a condizer. Os cerimoniosos convivas, quando a empregada lhes enchia o prato de não-soupa, de não-peixe, de não-carne, de não-doce emitiam prazerosos murmúrios. Outro mistério, desta vez não do corpo mas da mente. Talvez fosse uma natureza morta. Quem sabe?</p>
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